Quando uma torrada cai, é por demais sabido que há-de cair com a manteiga virada para baixo. Parece que é mais ou menos o mesmo princípio que faz chover se você não leva guarda-chuva em dia meio cinzento, mas faz vir sol se você levar o dito guarda-chuva.
Circulou (e circula ainda) na Internet a "interpretação" do famoso soneto de Camões "Amor é fogo que arde sem se ver":
Quem lida com clientes, projectistas de software e programadores - ou alunos -, sabe que o desenho não anda muito longe da realidade...
Se mexe, pertence à biologia
Se fede, pertence à Química
Se não funciona, pertence à Física
Se ninguém entende, é Matemática
Se não faz sentido, é Psicologia ou Economia
Se não mexe, não fede, não funciona, ninguém entende e não faz sentido, é Informática.
(Autor desconhecido)
Um caso paradigmático é o médico obeso e que fuma, mas exemplos não faltam. O professor que mente depois de ensinar que não se deve mentir. O clérigo que prega as virtudes da vida simples na maior das opulências. A mãe que ensina o filho a não passar o sinal vermelho minutos antes de o fazer. Enfim, os exemplos nunca mais acabam, e a sabedoria popular aprendeu a resumi-los claramente na máxima “Olha o que eu digo, não olhes o que eu faço”.
Um popular “teste” para distinguir se uma pessoa tem efectivamente alguma ponta de racismo é perguntar à pessoa em causa se casava com alguém de outra cor. Curiosamente, muitas pessoas que não são conscientemente racistas, e de todo recusam a ideia de o ser, recusam também a ideia de fazer vida conjugal com uma pessoa de outra cor. Portanto, racionalmente esforçam-se por não ser racistas. Mas no subconsciente ainda não aceitam que uma pessoa de outra cor lhes seja completamente igual, uma vez que não concebem fazer vida conjugal com ela, baseando-se essa escolha apenas na cor da pele.
Os atletas olímpicos já não competem nus, e a democracia actualmente já não é directa mas representativa. No entanto, 2500 anos depois, os legados da Grécia antiga na civilização ocidental moderna são de valor inestimável.

O Pleo é um dinossauro electrónico, projectado para agir como uma mascote. Pede atenção, aprende, age de forma muito semelhante à de um animal doméstico. Com a vantagem, dirão alguns, de a qualquer momento se poder desligar sem problemas de consciência. O pleo apenas precisa de baterias, não precisa de comida orgânica, nem tão pouco de caixa de areia nem ir à rua para fazer as necessidades. Poucas dezenas de Euros, é quanto custa esta mascote digital.
Foi (e ainda é) com o assunto “Até dá medo!”, que circulou (circula) na Internet uma mensagem de e-mail com ligação para um vídeo no Youtube.
Dois amigos andavam juntos a caçar quando um deles caiu por um penhasco. O outro desceu até junto dele, apenas para constatar que este já tinha morrido. Em pânico, ligou para o 112: “O meu amigo caiu por um penhasco e morreu! O que é que um posso fazer?!”. A assistente respondeu: “Calma! É preciso manter a calma! Vamos por partes: primeiro certifique-se de que está morto”. Sem mais, o homem puxou da arma e deu um tiro na cabeça do outro: “OK, está morto de certeza. E agora o que é que eu faço?”.